Apoios institucionais

Apoios institucionais

Estabelecer parcerias em prol de iniciativas de valorização da educação e da cultura. Essa também é uma prioridade da Fundação Santillana no Brasil. Para isso, apoia o desenvolvimento das áreas técnicas do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime). Apoia também a Associação dos Jornalistas de Educação (Jeduca) na difusão de subsídios técnicos para profissionais de comunicação, e o movimento Todos Pela Educação.

Destacamos também os apoios ao Prêmio Professores do Brasil – que desde 2005 homenageia os profissionais de destaque na educação básica –; o Prêmio Gestão Escolar , entregue pelo Consed (Conselho Nacional de Secretários de Educação) aos gestores que desenvolvem projetos inovadores e bem-sucedidos em escolas públicas; e o Prêmio Vivaleitura – realizado pelo Ministério da Educação para reconhecer experiências de sucesso de incentivo à leitura no País. Desde 2013, a Fundação Santillana também integra o Observatório do PNE, uma iniciativa de 20 entidades, coordenada pelo movimento Todos Pela Educação, que contribui para o monitoramento das metas e estratégias do Plano Nacional de Educação (PNE), reúne dados estatísticos, análises e compartilha notícias e pesquisas relevantes do setor.

Cultura e Cidadania

Cultura e Cidadania

A Fundação Santillana apoia projetos de incentivo à educação, à cultura e à cidadania, beneficiando diversos públicos. Suas ações têm o objetivo de valorizar o livro e a leitura no ambiente escolar. Por isso, está entre os apoiadores do prêmio “Vivaleitura”, promovido pelo Ministério da Educação, desde a primeira edição, além de fomentar debates e investir em publicações que reforçam o papel da leitura em sala de aula. Entre suas ações, está também o fomento à presença de autores consagrados da literatura infantojuvenil em encontros com educadores e estudantes por todo o País.

Seminários e oficinas pedagógicas

Seminários e oficinas pedagógicas

Educadores brasileiros são público-alvo de seminários e oficinas pedagógicas organizados pela Fundação Santillana em todo País. Essas iniciativas permitem a troca de experiências em busca de uma melhor qualidade de ensino.

Como parte de suas ações visando à melhoria da qualidade do ensino brasileiro, a Fundação Santillana apoia e realiza eventos, oficinas, cursos e seminários voltados para a formação dos educadores e gestores em todo País.

Nossas iniciativas são voltadas a profissionais da educação dos setores públicos e privados, apoiando a sensibilização para temas importantes do cotidiano escolar. Por isso, trabalhamos juntos para aprofundar discussões sobre aspectos centrais do debate nacional e internacional, disseminando conhecimentos e fortalecendo formações.

Fundação Santillana realiza seminário sobre modelos emergentes de Educação

Fundação Santillana realiza seminário sobre modelos emergentes de Educação

Evento reunirá importantes nomes da área para discutir os desafios no mundo em transformação

A Fundação Santillana, a Moderna e o Programa Crescemos realizarão, no próximo dia 29, o seminário “Por onde caminha a Educação”. O evento é um convite a docente, diretores e coordenadores de escolas, fundações e institutos ligados à Educação a pensarem como e o que aprender hoje.

O livro do pesquisador argentino Axel Rivas, “O que é preciso aprender hoje? Da escola das respostas à escola das perguntas”, que será distribuído no evento, é o ponto de partida para a conversa. O dia é dedicado à reflexão e análise dos desafios que cabem à Educação e à comunidade escolar em um mundo que se transforma, enfrenta dilemas e é desigual.

Segundo Luciano Monteiro, secretário-executivo da Fundação Santillana, a proposta do evento, a partir do texto de Rivas, é um debate instigante sobre para quê a nossa educação serve aos estudantes. "É um questionamento que, inevitavelmente nos leva a discutir qual é a escola que queremos, como ensinar e quais são as condições para que a transformação da educação ocorra".

A programação começa com a apresentação do tema, feita por Miguel Barrero, diretor global de Educação da Fundación Santillana. O executivo espanhol é também diretor de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da Santillana, e fala sobre as inovações da Educação no século 21 voltadas para o protagonismo dos alunos no processo de aprendizagem.

Em seguida, Ivan Claudio Siqueira, presidente da Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação (CNE), discute o tema no contexto brasileiro a partir da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Seria o documento um aliado na modernização dos currículos ou um entrave para as mudanças?

O conselheiro permanece à mesa para se juntar a Barrero e outros dois importantes nomes do mundo editorial: Juliane Matsubara, diretora adjunta Editorial da Editora Moderna e Miguel Thompson, diretor Acadêmico da Fundação Santillana. A discussão gira em torno da convivência entre os saberes clássicos e os saberes emergentes na vida escolar.

Para Thompson, as transformações no campo da Educação não devem arrasar o terreno que encontram, mas se somar para criar um modelo adequado ao contexto e a realidade local “num misto de tradução e ruptura, típico da complexidade”, afirma.

Encerrando a manhã, ele recebe Tereza Perez, diretora-presidente da Comunidade Educativa CEDAC, para ir da teoria à prática. A proposta é refletir sobre os desafios da implantação de novas formas de ensino e aprendizagem em sala de aula.

À tarde, André Lázaro, diretor de Políticas Públicas da Fundação Santillana, recebe dois importantes pensadores e ativistas da inclusão na Educação brasileira: Bel Santos Mayer, coordenadora do Instituto Brasileiro de Estudos e Apoio Comunitário; e Rodrigo Hübner Mendes, fundador e superintendente do Instituto Rodrigo Mendes. Na mesa “Diversidade na escola: o que aprendemos com as diferenças?”, os três apresentam seus pontos de vista e conversam sobre as potencialidades da diversidade na vida escolar.

Em seguida, é a vez de ouvir os gestores escolares. Solange Petrosino, gerente nacional de Serviços Pedagógicos da Moderna, media a conversa com Esther Carvalho, diretora-geral do Colégio Rio Branco; Regina Scarpa, diretora Pedagógica da Escola Vera Cruz; e Wagner Borja, vice-diretor da Escola Nossa Senhora das Graças. A conversa traz o olhar de quem lida diariamente com os desafios educacionais, e conhece de perto os desafios e conquistas das escolas.

Encerrando o Seminário, André Lázaro convida os participantes a refletirem sobre os debates do dia: onde estamos e por onde queremos ir? “O século XXI já vai longe e, entre promessas e ameaças, cabe uma avaliação que nos ajude a escolher os caminhos a seguir. Num momento de transição talvez não seja fácil dizer para onde queremos ir, mas sabemos por onde queremos ir. Este é um dos aprendizados que o Seminário pode nos proporcionar”, afirma o diretor de Políticas Públicas da Fundação Santillana.

O seminário “Por onde caminha a Educação?” é gratuito, e as inscrições podem ser feitas no site: mod.lk/sepav

Serviço:

Seminário: Por onde caminha a Educação?

29 de outubro | 8h30 às 17h30

Local: Câmara de Comércio Árabe Brasileira

Av. Paulista, 283/287 – Cerqueira César – São Paulo – SP

PÚBLICO-ALVO: Destinado a diretores e coordenadores de escolas particulares, fundações e institutos dedicados à Educação.

Programação completa e inscrições: mod.lk/sepav

 

Assessoria de imprensa

Ana Paula Fonseca – anapaula@danthi.com.br – 11 3812-7393/29 Reinaldo Adri – reinaldo@danthi.com.br – 11 3812-7393/25 Lúcia Martins – lucia@danthi.com.br – 21 3114-0779

O que é preciso aprender hoje? Da escola das respostas à escola das perguntas

O que é preciso aprender hoje? Da escola das respostas à escola das perguntas

Autor: Axel Rivas

Edição: Fundação Santillana

Ano: 2019

O livro é um convite ao diálogo, apresentando novas narrativas sobre o que vale a pena aprender hoje nas escolas.

Queremos que os jovens desenvolvam capacidades robustas de iniciativa, criatividade, pensamento crítico e resolução de problemas, apoiados em uma sólida base ética, para que possam enfrentar e responder aos dilemas de um mundo que muda cada vez mais rápido.

Para isso, a Educação tem de ser repensada. Sem esquecer o que há de bom na base que vem do passado, deve-se descobrir como preparar os estudantes para que consigam fazer boas perguntas e tenham coragem de buscar as respostas. Isso envolve a decisão sobre o que é preciso ensinar e aprender, o que, por sua vez, exige muito diálogo entre professores, especialistas em Educação, políticos e os próprios alunos.

Este livro faz um convite a iniciar essa conversa, apresentando, por meio de uma série de questões-chave, novas narrativas sobre o que vale a pena aprender hoje nas escolas.

Educação Bilíngue é tema de livro que será lançado pela Fundação Santillana e Richmond em São Paulo

Educação Bilíngue é tema de livro que será lançado pela Fundação Santillana e Richmond em São Paulo

Organizado pela educadora Antonieta Megale, obra será lançada no dia 5 de setembro, na Câmara de Comércio Árabe-Brasileira

São Paulo, 29 de agosto de 2019 - “Quem é o sujeito bilíngue que se forma nas escolas bilíngues brasileiras? Qual tipo de bilinguismo se promove? O que caracteriza a escola bilíngue no Brasil?” Para entender essas e outras questões, a Fundação Santillana e a Richmond lançam, no dia 5 de setembro, o livro Educação Bilíngue no Brasil, na Câmara de Comércio Árabe-Brasileira, em São Paulo. O livro introduz teorias e práticas de Educação Bilíngue com foco no cenário nacional. Os capítulos apresentam o contexto brasileiro para a transformação de teorias, currículos e metodologias, tanto para o Brasil quanto para o resto do mundo.

Organizada pela educadora Antonieta Megale, a obra é resultado do trabalho coletivo de sete educadores e pesquisadores que atuam na formação de docentes para escolas bilíngues brasileiras e que também ocupam a posição de professores, coordenadores e assessores dessas instituições. Desse modo, os capítulos trabalham questões cotidianas do ensino, revendo e significando teorias, práticas e demandas do dia a dia.

De acordo com Antonieta, a intenção é jogar luz sobre o cenário mundial, expandindo o conhecimento gerado no país. “É importante conhecer contextos e saberes produzidos em outras situações para enriquecer as reflexões. Enfatizamos, portanto, o papel fundamental desse movimento que é ressignificar e, de certa maneira, legitimar (ou não) conhecimentos produzidos em outras circunstâncias de pesquisa e atuação. É imperativo o exercício de pensar a Educação Bilíngue no Brasil com base em nossas demandas e aspirações”, explica a educadora.

A obra está organizada em oito capítulos que englobam os principais aspectos da Educação Bilíngue no cenário nacional do século 21. No primeiro capítulo, Antonieta discute os conceitos de bilinguismo e de sujeito bilíngue com base em estudos recentes. Na sequência, educadores e pesquisadores abordam temas como a elaboração de currículos em consonância com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC); metodologias de aprendizado integrado entre língua e conteúdo; desenvolvimento linguístico de crianças bilíngues; relação da Educação Bilíngue com uma formação multi/intercultural; modos de interação nas classes bilíngues; e impactos da avaliação formativa na aprendizagem.

Para a pesquisadora e professora Fernanda Coelho Liberali, uma das autoras do livro, em um contexto de globalização em que as escolas parecem caminhar em busca de resultados preestabelecidos de eficiência, o foco da Educação Bilíngue pode ser a formação para a justiça social, em que o currículo escolar considere transformações sociais que afetem o cotidiano das pessoas direta ou indiretamente como um de seus objetivos centrais.

Educação bilíngue no Brasil é idealizado com o objetivo de oferecer ao leitor a possibilidade de observar o contexto brasileiro e reconhecer os avanços do país neste cenário, lacunas e expectativas como comunidade implicada no fazer pedagógico. O livro está disponível para download gratuito no site da Fundação Santillana: http://mod.lk/edbiling

Serviço

Lançamento do livro “Educação Bilíngue no Brasil”
Data: 05/09
Local: Auditório Walid Yazigi – Câmara de Comércio Árabe-Brasileira
Endereço: Av. Paulista 283/287 - 11º andar; São Paulo
Horário: 19h
Confirme sua presença no link: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf9DOzhDINOCwMGIK38llQzI9jnh-ImEfLVZmOUJYQrnXL-Yw/viewform

Sobre a Fundação Santillana

A Fundação Santillana dedica-se à produção, organização e difusão de informações que contribuam para que a Educação alcance os desejados padrões de qualidade e equidade. Constituída em 1979, atua na Ibero-América e no Brasil, aonde chegou em 2008. Por meio de suas publicações, cursos, seminários e oficinas e de parcerias com organizações nacionais e internacionais, busca compartilhar experiências inovadoras e difundir informações relevantes para a promoção do direito à Educação, componente indispensável para o fortalecimento de sociedades democráticas, justas e sustentáveis.

Sobre a Richmond

Fundada em Londres, em 1992, a Richmond está presente em mais de vinte países da Europa e das Américas. Seu objetivo é transformar o aprendizado em uma experiência motivadora através da oferta de materiais eficientes para o ensino da língua inglesa e, principalmente, oferecer soluções para professores de todos os países nos quais atua, respeitando a singularidade de cada um. A Richmond faz parte do Grupo Santillana, principal referência no mercado de educação básica e literatura em países ibero-americanos.

Assessoria de imprensa

Ana Paula Fonseca – anapaula@danthi.com.br – 11 3812-7393/29
Reinaldo Adri – reinaldo@danthi.com.br – 11 3812-7393/25
Lúcia Martins – lucia@danthi.com.br – 21 3114-0779

Educação Bilingue no Brasil

Educação Bilingue no Brasil

Organização: Antonieta Megale

Edição: Richmond / Fundação Santillana

Ano: 2019

Livro introduz teorias e práticas brasileiras de Educação Bilíngue para a transformação de teorias, currículos e metodologias.

Nos tempos atuais, com o acirramento da globalização, presencia-se uma alteração substantiva no panorama social, cultural e linguístico em todo o mundo. É notória a expansão do ensino de algumas línguas, compreendidas como bens culturais de muito valor no mercado linguístico.

Evidencia-se um crescimento significativo, no Brasil, de escolas bilíngues que têm como meio de instrução línguas de prestígio. No entanto, o número de pesquisas em cenário nacional que forneçam subsídios para que se tenha uma melhor compreensão desse fenômeno é, ainda, muito escassa.

Nessa direção, os textos que compõem este livro têm como objetivo minimizar essa lacuna. Esperamos que eles sejam capazes de revelar a possibilidade de olharmos para o contexto brasileiro e reconhecermos nossos avanços, lacunas e expectativas como comunidade implicada no fazer pedagógico e que possamos desenvolver um olhar informado e investigativo para o que ocorre em nossos próprios contextos.

BNCC: Educação Infantil e Ensino Fundamental – Processos e demandas no CNE

BNCC: Educação Infantil e Ensino Fundamental – Processos e demandas no CNE

Organização: Ivan Cláudio Pereira Siqueira

Edição: Fundação Santillana

Parceria: Conselho Nacional de Educação

Ano: 2019

O livro reúne artigos de integrantes do CNE que participaram intensamente do processo de elaboração da BNCC.

A obra é um material de “viva voz” dos protagonistas do processo de elaboração da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) da Educação Infantil e Ensino Fundamental no Conselho Nacional de Educação (CNE). Para além do fato histórico, o registro da empreitada fornece material para investigações e ponderações futuras.

Este volume é um valioso registro histórico: reúne artigos escritos por nove integrantes do CNE que participaram intensamente do processo de elaboração desta BNCC, homologada em dezembro de 2017.

Os textos registram as discussões sobre questões que, com frequência, se desviaram dos principais problemas da Educação Básica: evasão, repetência e baixa qualidade de ensino-aprendizagem.

Financiamento da Educação Básica – Guia de Cobertura

Financiamento da Educação Básica – Guia de Cobertura

Organização: Jeduca

Edição: Fundação Santillana / Editora Moderna

Ano: 2019

Guia apresenta subsídios técnicos e conceituais para reportagens e outros debates sobre o financiamento da Educação pública no Brasil.

Além de um histórico sobre como a Educação é financiada no Brasil, o Guia descreve leis, políticas públicas, divisão de receitas e arranjos de governo que explicam as cifras por trás da rotina de milhões de alunos pelo País. O conjunto de informações permite entender a demanda de recursos e a viabilidade financeira das diferentes propostas para o setor.

Entre os principais temas, estão o Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), o Plano Nacional de Educação (PNE), as estratégias de remuneração docente e os impactos do atual cenário de restrição fiscal na sala de aula.

O trabalho ainda apresenta ao leitor, de modo geral, como a Ciência tem discutido a relação entre recursos financeiros e qualidade da Educação. O Brasil precisa aumentar o investimento no setor ou ter gasto mais eficiente? Ou seriam essas duas mudanças ao mesmo tempo? Mais dinheiro garante melhor aprendizagem? São muitas perguntas para um número ainda maior de possíveis respostas.