Quatro décadas de gestão educacional no Brasil – Políticas públicas do MEC em depoimentos de ex-ministros

Quatro décadas de gestão educacional no Brasil - Políticas públicas do MEC em depoimentos de ex-ministros

Autor: Antônio Gois

Organização: Instituto Unibanco

Edição: Fundação Santillana / Editora Moderna

Ano: 2018

O livro apresenta entrevistas com 14 autoridades da Educação que ocuparam a pasta entre os governos João Baptista Figueiredo e Dilma Rousseff.

A obra reúne entrevistas que retratam um extenso período, no qual o País atravessou fases de graves crises econômicas e instabilidade política. Também celebrou avanços, como a redemocratização, a ampliação de direitos sociais e a redução da desigualdade.

Os ministros que passaram pelo Ministério da Educação (MEC) conviveram com o desafio de implementar políticas públicas no setor considerando o momento socioeconômico de seu tempo. Além de buscar contribuir para o entendimento de como tais contextos afetaram a trajetória das políticas educacionais, este livro visa resgatar parte da memória da gestão do MEC por meio do depoimento de seus protagonistas.

Se, de um lado, a memória dos entrevistados está sujeita a interpretações, subjetividades ou mesmo omissões, de outro, o relato dos fatos em primeira pessoa facilita a revelação dos bastidores da formulação das políticas que não aparecem em documentos ou reportagens da época.

Desafios Reais do Cotidiano Escolar Brasileiro

Desafios Reais do Cotidiano Escolar Brasileiro

Coordenação: Katherine K. Merseth

Organização: Instituto Península

Edição: Editora Moderna / Fundação Santillana

Ano: 2018

Livro compila experiências reais e reflexões de professores e gestores brasileiros, reunindo boas práticas que servem de referência.

Escrito por professores e gestores de escolas de todo o Brasil, este livro traz situações da realidade apresentadas no formato de estudo de casos. Tem como objetivo servir de exemplo e inspiração, criando um círculo virtuoso em torno de uma Educação de qualidade e da troca de experiências ricas, que permitam aos professores conduzir cada aluno a seu máximo potencial.

Das poucas certezas na área da Educação, duas giram em torno do professor e são inquestionáveis: nenhum fator isolado impacta mais o sucesso de um aluno na escola do que um bom professor; um professor não nasce bom, torna-se bom. Por isso, quanto mais ele tiver referências de episódios reais e repertórios acerca dos conteúdos a ensinar, quanto mais estiver preparado emocionalmente, em termos de autoconhecimento e de relações interpessoais, mais poderosa será sua atuação.

Competências na Ibero-América: Análise do PISA 2015

Competências na Ibero-América: Análise do PISA 2015

Organização: OCDE

Parceria: Fundação Santillana

Ano: 2018

Com versões em inglês e espanhol, o livro oferece um panorama dos principais desafios do desenvolvimento de competências na Ibero-América

In a knowledge-based global economy, investment in human capital is an essential component of any inclusive growth strategy. When workers lack the necessary skills, new technologies and production processes are adopted more slowly and do not translate into new growth models with higher value-added activities. However, skills affect individual’s lives and well-being far beyond what can be measured by labour-market earnings and economic growth.

This is particularly relevant for Ibero-American countries as they embark on a path of structural reforms to unleash new and sustainable sources of growth. What specific skills challenges are Ibero-American countries facing today? What are the similarities and differences in educational performance and skills amongst the countries? What accounts for differences in performance between Latin American countries compared to Spain and Portugal and how can this gap be closed? What are the main drivers of student performance? How do these skills challenges impact labour market outcomes?

Skills in Ibero-America: Insights from PISA 2015 provides an overview of the main skills challenges facing Ibero-American countries.

En una economía global basada en el conocimiento, la inversión en capital humano es un componente esencial de cualquier estrategia de crecimiento incluyente. Cuando los trabajadores carecen de las competencias necesarias, las nuevas tecnologías y los procesos de producción se adoptan con más lentitud y no se traducen en nuevos modelos de crecimiento con actividades de mayor valor añadido. No obstante, las competencias influyen en la vida y el bienestar de las personas más allá de lo que pueda medirse en términos de beneficios del mercado de trabajo y de crecimiento económico.

Este aspecto es particularmente pertinente para los países de Iberoamérica, a medida que adoptan un rumbo de reformas estructurales para liberar fuentes de crecimiento nuevas y sostenibles. ¿A qué dificultades específicas se enfrentan hoy los países iberoamericanos en materia de competencias? ¿Qué similitudes y diferencias hay en relación con el rendimiento educativo y las competencias entre los distintos países? ¿Cómo se explican las diferencias en el rendimiento entre los países de América Latina en comparación con España y Portugal, y cómo se puede acabar con ellas? ¿Cuáles son los principales factores impulsores del rendimiento de los estudiantes? ¿Qué repercusión tienen en el mercado laboral tales dificultades en las competencias?

Competencias en Iberoamérica: Análisis de PISA 2015 ofrece una visión de conjunto sobre las principales dificultades a las que se enfrentan los países iberoamericanos en materia de competencias.

Prêmio Professores do Brasil – Práticas para a sala de aula selecionadas entre os projetos finalistas das 10 edições da premiação

Prêmio Professores do Brasil – Práticas para a sala de aula selecionadas entre os projetos finalistas das 10 edições da premiação

Organização: Cenpec

Edição: Fundação Santillana

Ano: 2017

Volume reúne seleção de relatos de boas práticas de professores por todo o País na última década.

O Prêmio Professores do Brasil, uma iniciativa do Ministério da Educação (MEC) em conjunto com instituições parceiras, chegou a sua 10ª edição em 2017. Para comemorar os anos de sucesso, foi organizada esta publicação, que traz experiências vividas pelos docentes vencedores.

O objetivo do prêmio é reconhecer, divulgar e premiar o trabalho de professores de escolas públicas que contribuem para a melhoria do processo de ensino e aprendizagem. Paralelamente, sabemos que a participação é uma forma de aprimorar a prática por meio de um registro reflexivo.

Para corroborar essa afirmação, foram incluídos nesta edição comentários sobre uma breve pesquisa realizada pelo MEC que trata do impacto da participação no Prêmio Professores do Brasil. Originários de todos os estados do País e do Distrito Federal, mais de 40 mil professores enviaram relatos de prática durante mais de uma década.

O objetivo da iniciativa é que esta publicação encontre professores da Educação Básica e que eles se sintam inspirados pelos relatos e pela sugestão de percurso que encontrarão aqui.

Educação: Agenda de Todos

Educação: Agenda de Todos

Organização: Todos Pela Educação

Edição: Editora Moderna

Ano: 2017

O livro registra a trajetória da primeira década do movimento Todos Pela Educação e recupera as principais bandeiras defendidas pela organização

Esta publicação comemora os dez anos do Todos Pela Educação reunindo as vozes de algumas das pessoas que participaram do movimento. Nosso objetivo é registrar e celebrar essa trajetória e mostrar os passos que o Brasil ainda necessita dar em busca de uma Educação Básica pública de qualidade para todas as crianças e jovens. É urgente que a Educação seja a agenda prioritária para o desenvolvimento e a redução das desigualdades do País. Precisamos ser, de fato, Todos Pela Educação de todos.

Caminhos para a qualidade da educação pública: Impactos e evidências

Caminhos para a qualidade da educação pública: Impactos e evidências

Organização: Instituto Unibanco

Edição: Fundação Santillana

Ano: 2017

Livro reúne evidências científicas e exemplos práticos para discutir os caminhos para a qualidade da Educação

O diálogo virtuoso entre os gestores educacionais e a ciência, motivado pela busca das melhores alternativas para garantir a todos o direito à aprendizagem, é o tema deste segundo volume da coleção Caminhos para a qualidade da Educação, que resulta de uma série de seminários de mesmo título realizada desde 2015 pelo Instituto Unibanco.

Organizado em torno do tema “impactos e evidências”, traz exemplos práticos e discute a produção científica e o uso de evidências para tomada de decisão na Educação: o projeto Jovem de Futuro, implementado pelo Instituto Unibanco em parceria com redes públicas estaduais, e experiências internacionais; a avaliação de impacto com desenho experimental, a utilização de meta-análises pelos gestores e a combinação de métodos.

Empoderar crianças e jovens para a cidadania global

Empoderar crianças e jovens para a cidadania global

Autores: Fernando M. Reimers / Vidur Chopra / Connie K. Chung / Julia Higdon / E. B. O’Donnel

Edição: Fundação Santillana / Editora Moderna

Parceria: Unesco

Ano: 2017

Livro apresenta proposta inovadora para o currículo e planos de aula, alinhada com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU

Se o propósito da Educação é capacitar todas as crianças e jovens para que se tornem cidadãos globais, devemos elevar o nível de nossas aspirações sobre o que significa educar bem. A urgência de preparar todos os estudantes para serem cidadãos globais exige programas inovadores, que forneçam novas formas de ensino e aprendizagem.

Os autores trabalham com uma proposta inovadora para o currículo e os planos de aula da Educação Infantil até os anos finais do Ensino Médio, de maneira alinhada com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) aprovados recentemente pela Organização das Nações Unidas (ONU) e com as necessárias competências cognitivas e socioemocionais do aluno.

O trabalho de Fernando Reimers é pioneiro e visionário. Além de incluir tópicos relevantes para educadores e estudantes de todo o mundo, ele reflete criticamente sobre o modelo de escola que temos e propõe soluções criativas e concretas para a transformação de que precisamos.

Este livro apresenta um currículo de Educação para a cidadania global abrangente, rigoroso e coerente, para ser implementado desde a Educação Infantil até o Ensino Médio, concebido com a intenção de formar cidadãos para o mundo. Espera-se que sirva como provocação e estimule a inovação curricular e pedagógica, bem como adaptações das ideias aqui apresentadas, que estão alinhadas com os objetivos e bases conceituais do trabalho dos pesquisadores.

A boniteza de um sonho

A boniteza de um sonho

Autor: Moacir Gadotti

Edição: Instituto Paulo Freire

Ano: 2011

Livro aborda de forma poética o ofício de professores e suas relações com o ensino e a aprendizagem

Ele fala de boniteza, de sonho, de educar com sentido. A escrita, coerente com o conteúdo de que trata, é uma belezura: leve, objetiva, crítica e esperançosa. O livro provoca a alma, a morada do sentido.

E nós, leitores, educadores, vamos mergulhando na substância do texto, dialogando com ele, instigados a compreender o crucial: qual é o sentido do nosso trabalho como educadores? Qual a boniteza de ser professor? Em que consiste ensinar-e-aprender com sentido? Como realizar essa tarefa nos tempos atuais?

O livro nos sensibiliza, porque reflete sobre o fundamental no ato de educar. E, assim, ele, inicialmente pequeno, revela grandeza pelas reflexões profundas e essenciais que nos traz.

Políticas para o Ensino Médio e desigualdades escolares e sociais

Políticas para o Ensino Médio e desigualdades escolares e sociais

Organização: Cenpec

Edição: Fundação Santillana / Editora Moderna

Ano: 2017

Livro trata das dimensões comuns das políticas públicas e das desigualdades escolares e sociais de quatro estados brasileiros

A pesquisa Políticas para o Ensino Médio: o caso de quatro estados, realizada entre 2015 e 2016 pelo Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec), com o apoio da Fundação Tide Setubal, analisa as políticas para esse segmento implementadas em quatro estados brasileiros – Ceará, Goiás, Pernambuco e São Paulo – e suas consequências para a ampliação ou redução de desigualdades escolares e sociais.

Apesar dos distintos contextos e das diferenças, é possível apreender dimensões comuns nas políticas dos quatro estados? Elas têm relação com a melhoria dos indicadores educacionais? Quais as repercussões das políticas e de suas formas de implementação para a redução ou a ampliação de desigualdades sociais e escolares?

Para abordar as respostas a essas questões, este livro trata das dimensões comuns das políticas públicas e das desigualdades escolares e sociais, da maneira como as escolas recebem as políticas públicas e do caso detalhado de cada estado.

Anuário Brasileiro da Educação Básica 2017

Anuário Brasileiro da Educação Básica 2017

Organização: Editora Moderna / Todos Pela Educação

Edição: Editora Moderna

Ano: 2017

Material oferece uma compilação de dados estatísticos mais recente disponíveis, indicadores e análises do cenário educacional brasileiro

Em sua sexta edição, o Anuário Brasileiro da Educação Básica vem se consolidando como um recurso estrategicamente importante para a compreensão dos desafios globais da Educação brasileira e, sob um prisma mais específico, de acompanhamento das metas do Plano Nacional de Educação (PNE) 2014-2024.

O Anuário é um serviço prestado à sociedade brasileira, representada por seus pesquisadores, gestores, jornalistas, estudantes, educadores, enfim, todos aqueles que acreditam na Educação como prioridade para a construção de um País socialmente justo. Por isso, é importante lembrar como esta proposta editorial vem se desenvolvendo ao longo do tempo.

Agora também se fortalece com uma abordagem que traduz, como nenhuma outra, o imenso desafio da Educação brasileira: a desigualdade. Bem mais do que coligir os dados disponíveis nas fontes primárias – gerados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e pelo Ministério da Educação, principalmente –, o Anuário quer conduzir o leitor a uma leitura crítica e bem-informada da realidade educacional brasileira..

Com isso, espera-se chamar a atenção para um tema que não pode ser relevado, quaisquer que sejam os governos ou suas políticas: a necessidade de buscar a igualdade de oportunidades educativas para todos os brasileiros.

Orientações ao Dirigente Municipal de Educação

Orientações ao Dirigente Municipal de Educação

Organização: Undime

Edição: Fundação Santillana / Editora Moderna

Ano: 2017

Publicação voltada a Dirigentes Municipais de Educação aborda papel estratégico para oferta da Educação com qualidade social como direito humano

Nesta edição, com a parceria do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e da Fundação Santillana, tem-se, novamente, o objetivo de fazer chegar aos Dirigentes Municipais de Educação (DME) de todo o Brasil esses documentos que se tornam cada vez mais necessários e relevantes para orientar a gestão em cada rede de ensino.

As publicações buscam contribuir com o trabalho do DME para reduzir as desigualdades e exclusões sociais por meio da Educação e diminuir a dívida social existente. Entende-se que compete ao gestor assegurar o acesso à Educação pública com qualidade social – direito respaldado na Constituição Federal, na Lei de Diretrizes e Bases e no Estatuto da Criança e do Adolescente, assim como em documentos internacionais dos quais o Brasil é signatário.

O Caderno é dividido em oito capítulos que abordam: Undime (União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação) e seu papel estratégico; a missão do DME e sua atuação para a oferta da Educação com qualidade social como direito humano; a oferta da Educação pública como direito humano; a gestão da Educação municipal com base no Plano Municipal de Educação; a Base Nacional Comum Curricular e o direito de aprender; o financiamento da Educação e os desafios no contexto atual; a valorização dos profissionais da Educação; e o Conviva Educação.

Agenda dos Cem Primeiros Dias

Agenda dos Cem Primeiros Dias

Organização: Undime

Edição: Fundação Santillana / Editora Moderna

Ano: 2016

Material traz orientações para Dirigentes quanto a legislação, políticas, diretrizes, programas e projetos implantados pela gestão anterior

Publicação é parte de uma série que busca contribuir com o trabalho do Dirigente Municipal de Educação (DME) para reduzir as desigualdades e exclusões sociais por meio da Educação e diminuir a dívida social existente.

A Undime (União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação) entende que compete ao gestor público assegurar o acesso à Educação pública com qualidade social – direito respaldado na Constituição Federal, na Lei de Diretrizes e Bases, no Estatuto da Criança e do Adolescente, assim como em documentos internacionais dos quais o Brasil é signatário.

Um dos pontos principais da Agenda dos Cem Primeiros Dias é a ênfase dada à necessidade de o DME conhecer a legislação, as políticas, as diretrizes, os programas e os projetos implantados e em implementação pela gestão anterior. Nela, trata-se também da verificação dos convênios e contratos vigentes, além da busca de informações sobre as prestações de contas. Para facilitar esse trabalho, a Undime orientou os DME de todo o País na construção do Memorial de Gestão, disponível na Plataforma Conviva Educação.

Brasil no PISA 2015 – Análises e reflexões sobre o desempenho dos estudantes brasileiros

Brasil no PISA 2015 – Análises e reflexões sobre o desempenho dos estudantes brasileiros

Organização: OCDE

Edição: Fundação Santillana / Editora Moderna

Ano: 2016

Volume é coletânea de informações sobre o desempenho dos jovens de 15 anos na sexta edição do PISA, com foco em ciências

O documento Brasil no PISA 2015 – Análises e reflexões sobre o desempenho dos estudantes brasileiros é uma coletânea de informações sobre o desempenho dos jovens de 15 anos na sexta edição do PISA – Programa Internacional de Avaliação de Estudantes –, cujo foco foi ciências.

Os dados foram analisados de modo a facilitar o acesso e a compreensão dos principais resultados da avaliação por parte de gestores, professores, pesquisadores, bem como de todos os interessados nos rumos da Educação nacional.

Destaca-se que uma das inovações deste relatório consistiu nas análises dos fatores que melhor contextualizam os resultados do País, como o interesse, a motivação e as crenças dos estudantes em seu aprendizado. Além disso, são discutidos alguns índices sobre o ambiente escolar e as condições de aprendizagem no Brasil, e indicadores sobre equidade nas oportunidades de aprendizagem. Analisa-se, ainda, algumas similaridades e diferenças entre o PISA e o SAEB.

Educação média profissional no Brasil: situação e caminhos

Educação média profissional no Brasil: situação e caminhos

Autor: Simon SchwartzmanE

Edição: Fundação Santillana / Editora Moderna

Ano: 2016

O livro aponta caminhos para entender e propor soluções para o Ensino Médio no Brasil, bem como a Educação para o trabalho

O Brasil possui poucas experiências de Ensino Médio e Profissional de qualidade, e muitas de políticas governamentais fracassadas na área da Educação. O governo central tem importantes papéis a cumprir na criação de estímulos e apoios a diferentes iniciativas, acompanhando e avaliando os resultados globais e criando um marco regulatório que valorize as mais promissoras. Isso, porém, deve ser feito de maneira modesta, abrindo espaço para experiências, respeitando as iniciativas locais e levando em conta o conhecimento internacional em toda a sua complexidade.

O objetivo deste livro é ajudar a entender e propor caminhos para a Educação média no Brasil, que é voltada para os jovens e inclui necessariamente a Educação para o trabalho. Para isso, faremos uso de dados disponíveis e consideraremos como o tema tem sido entendido no País à luz da literatura internacional especializada e da experiência de outras nações.

A tecnologia e as transformações da Educação

A tecnologia e as transformações da Educação

Autor: Francesc Pedró

Organização: Unesco

Edição: Fundação Santillana

Ano: 2016

Publicação propõe novas perspectivas e informa o debate sobre tecnologia na Educação, sempre a partir da evidência empírica

O objetivo geral deste documento é analisar as diferentes maneiras pelas quais a tecnologia está contribuindo para a transformação da Educação, com maior ênfase na América Latina, os fatores que explicam o sucesso e também as demandas por uma generalização, assim como as recomendações para políticos, gestores e docentes.

Essa análise limita-se ao período do ensino obrigatório e, fundamentalmente, é focada em mostrar, por meio de exemplos e experiências do mundo todo, devidamente validados pela evidência empírica, como a tecnologia permite desenvolver novas formas de ensinar e aprender, o que já está acontecendo cada vez com maior intensidade.

Longe de dar por solucionada a questão, este documento de reflexão procura abrir novas perspectivas e informar sobre o debate, sempre a partir da evidência empírica. Como o eixo fundamental do documento tem a ver com um processo que já está em andamento, embora em constante evolução, o mais provável é que seja efêmero em matéria de dados, mas é de se esperar que algumas das ideias que ele contém sejam suficientemente inspiradoras para que tentativas futuras possam melhorar ainda mais nossa compreensão do papel que a tecnologia já está desempenhando na transformação necessária da Educação e como tirar melhor proveito dela.

Caminhos para a qualidade da Educação pública: Gestão escolar

Caminhos para a qualidade da Educação pública: Gestão escolar

Organização: Instituto Unibanco

Edição: Fundação Santillana /

Ano: 2016

Livro apresenta conceitos e experiências práticas para refletir sobre a gestão pública e seu papel na garantia da aprendizagem

Mergulhar no tema gestão escolar, assunto tradicionalmente árido na realidade brasileira, promovendo uma reflexão pública substantiva, pela radical dedicação à evidência empírica, com uma sólida e rigorosa atenção à teoria e foco nos resultados de aprendizagem, direito inalienável dos estudantes.

Esse é o esforço desta publicação. Reunindo agentes públicos brasileiros e estrangeiros relevantes – pensadores e implementadores de políticas de gestão educacional –, o livro apresenta um conteúdo plural de experiências, práticas, dados, conceitos e reflexões em torno de uma variável essencial para garantir o direito de aprender de todos os alunos da rede pública de Educação do Brasil: a gestão.

Na Educação, a efetividade dialoga com os direitos. Implica melhoria na qualidade de modo que meninos e meninas aprendam mais, os mais vulneráveis aprendam mais rápido e todos estejam acima de um nível supostamente considerado básico. Caso contrário, não existirá de fato. A efetividade só será medida com a complexidade que exige quando o direito à aprendizagem nortear todos os tomadores de decisão e gestores – não só os secretários e secretárias de Educação, mas também os diretores, as regionais, aqueles que estão no chão da escola.

Destino: Educação – Escolas inovadoras

Destino: Educação – Escolas inovadoras

Organização: Fundação Roberto Marinho / Canal Futura

Edição: Fundação Santillana / Editora Moderna

Parceria: Sesi

Ano: 2016

Publicação traz o registro de boas práticas de escolas em diferentes lugares do mundo que inovaram e promoveram visões amplas da Educação

A publicação aponta seu olhar para descobrir e se familiarizar com a escola do futuro que acontece no presente. E o pacote vem completo: uma série de TV em 13 capítulos acrescida desta publicação especial, que tem o papel de dialogar com os principais conceitos evidenciados nos episódios, mostrando os diferenciais que fazem dessas escolas experiências pedagógicas disruptivas e inspiradoras.

Ao longo dos cinco capítulos escritos pelos consultores que auxiliaram a moldar essa temporada de documentários, são abordados o que se entende por inovação na Educação, a importância da arquitetura e dos espaços pedagógicos, e o papel da personalização, da tutoria e do atendimento individual aos ritmos e necessidades de cada aluno, além de refletir sobre o conceito de Educação integral, não como mero preenchimento de horários, mas como uma visão que entende o ser humano de forma ampla, e de propor novas lentes para entender o papel da avaliação dentro de um contexto inovador.

Educação no século 21

Educação no século 21

Organização: SmartLab

Edição: Fundação Santillana / Editora Moderna

Ano: 2016

Livro reúne experiências de educadores que tiram proveito de recursos tecnológicos nas experiências em sala de aula

O que é a Educação moderna? Como escolas e educadores no mundo todo estão repensando suas práticas, procurando inovar e aproximar suas salas de aula da sociedade contemporânea?

Publicado originalmente pelo Young Digital Planet, o livro compartilha experiências de educadores, professores e instrutores, pessoas que lidam com Educação tanto na academia como na sala de aula. Esses profissionais seguem as tendências descritas nas páginas a seguir em seu dia a dia de trabalho, alterando, assim, a maneira como se faz Educação.

Tiram proveito de novos recursos tecnológicos, repensam espaços, dinâmicas e papéis, colocam alunos no centro do aprendizado, respeitando talentos, ritmos e necessidades singulares, enfim, recorrem a inúmeras abordagens para preparar estudantes para as oportunidades e desafios de um mundo cada vez mais conectado, tecnológico, complexo, digital e imprevisível.

“Educação no século 21” traz as principais tendências educacionais da atualidade e apresenta um panorama abrangente que poderá ser utilizado como inspiração ou guia de referência rápida.

Educação para a cidadania global

Educação para a cidadania global

Organização: Unesco

Edição: Fundação Santillana

Ano: 2015

Relatório busca potencializar o entendimento em torno da ECG e suas implicações para o conteúdo, a pedagogia e a prática educacionais

Esta primeira publicação da Unesco sobre Educação para a Cidadania Global (ECG) surge em um momento em que a comunidade internacional é chamada a estabelecer uma nova agenda de desenvolvimento, que leve em consideração as implicações de desenvolvimentos socioeconômicos mais amplos e tendências emergentes para a Educação em um mundo cada vez mais globalizado e interconectado.

Embora a ECG seja bastante reconhecida como uma dimensão-chave da Educação para lidar com os desafios e as oportunidades impostos pela globalização, ainda não há consenso sobre o significado de cidadania global e, consequentemente, sobre o que a ECG deve promover. O presente relatório visa potencializar o entendimento em torno da ECG e suas implicações para o conteúdo, a pedagogia e a prática educacionais.

Busca, ainda, fornecer perspectivas comuns e esclarecer alguns dos aspectos contestados da ECG. Além disso, o relatório oferece orientações sobre como traduzir a ECG na prática, com exemplos de boas práticas e de abordagens da ECG em diferentes contextos, ao mesmo tempo.

Anuário Brasileiro da Educação Básica 2016

Anuário Brasileiro da Educação Básica 2016

Organização: Editora Moderna / Todos Pela Educação

Edição: Editora Moderna

Ano: 2016

Material oferece uma compilação de dados estatísticos mais recente disponíveis, indicadores e análises do cenário educacional brasileiro

Em sua quinta edição, este Anuário reafirma o compromisso do Todos Pela Educação e da Editora Moderna com o Plano Nacional de Educação (PNE). Busca, mais uma vez, ser uma ferramenta de grande utilidade a todos que desejam compreender e acompanhar a evolução da Educação brasileira.

A importância de uma visão abrangente dos resultados e desafios educacionais do País fica evidente nos gráficos e nas tabelas deste Anuário, cujo conteúdo está organizado, desde a segunda edição, com base nas 20 metas do PNE.

A análise das séries históricas mostra claramente como os avanços são perceptíveis apenas quando se observa uma fotografia mais ampla; no curto prazo, em geral, há a sensação de que pouca coisa está mudando. Tal constatação nos leva a confirmar também a extrema relevância da divulgação, análise e discussão de dados sobre o cenário educacional brasileiro.

Por isso mesmo, buscando sempre fornecer um quadro mais completo possível, contamos com os números do Censo Demográfico e da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), apurados e divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e com os dados do Censo Escolar e do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), disponibilizados pelo Ministério da Educação. Além disso, trazemos tabulações próprias e abordagens estatísticas inéditas.

Formação de Professores no Brasil – Diagnóstico, agenda de políticas e estratégias para a mudança

Formação de Professores no Brasil – Diagnóstico, agenda de políticas e estratégias para a mudança

Coordenação: Fernando Luiz Abrucio

Edição: Editora Moderna / Fundação Santillana

Parceria: Todos Pela Educação

Ano: 2016

Livro traz pesquisa que analisou a literatura nacional e internacional e entrevistou especialistas na formação de professores

A formação dos professores é uma das cinco frentes de política pública nas quais o Todos Pela Educação foca esforços desde 2010. Com o objetivo de contribuir para avançar no terreno das políticas públicas nesse campo, realizou em 2015 a pesquisa “Formação de Professores no Brasil – Diagnóstico, agenda de políticas e estratégias para a mudança”, coordenada pelo professor Fernando Luiz Abrucio, da Fundação Getúlio Vargas.

Com o apoio de especialistas da área, definiu-se que a pesquisa deveria contemplar, em primeiro lugar, uma revisão da literatura dos estudos relativos à pertinência e à suficiência dos programas de formação de professores existentes. Esse primeiro passo traria elementos para a definição de escopo e elementos a indagar aos atores estratégicos numa segunda fase do estudo, na qual se foi a campo para realizar entrevistas em profundidade e grupos focais que permitiram identificar as principais problemáticas e proposições para avançar no terreno das políticas públicas.

Projeto Político Pedagógico – Orientações para o gestor escolar entender, criar e revisar o PPP

Projeto Político Pedagógico – Orientações para o gestor escolar entender, criar e revisar o PPP

Organização: Comunidade Educativa CEDAC

Edição: Fundação Santillana / Editora Moderna

Ano: 2016

Publicação traz orientações para auxiliar o gestor escolar no processo de elaboração e revisão do PPP por meio da ação coletiva

As escolas, em um exercício de autonomia e gestão democrática, devem construir seu Projeto Político Pedagógico (PPP) para orientar suas intencionalidades educativas de acordo com as necessidades e expectativas da comunidade onde estão inseridas. Um PPP bem construído serve de parâmetro para as ações de diretores, professores, funcionários, alunos e famílias.

O marco legal do PPP é a Lei de Diretrizes e Bases da Educação, que regula a elaboração de projetos diferenciados em cada instituição escolar. No entanto, as unidades produzem ou reproduzem PPPs burocraticamente, apenas para cumprir a normatização legal.

O objetivo desta publicação é auxiliar o gestor escolar no processo de elaboração e revisão do PPP por meio da ação coletiva, pois essa é a única maneira de assegurar que toda a comunidade se comprometa com a melhoria das condições de ensino e aprendizagem de todos e de cada um dos alunos. Projeto Político Pedagógico não é tarefa, é vida!

Estudos da OCDE sobre competências – Competências para o progresso social: O poder das competências socioemocionais

Estudos da OCDE sobre competências - Competências para o progresso social: O poder das competências socioemocionais

Organização: OCDE

Edição: Fundação Santillana

Parceria: Instituto Ayrton Senna

Ano: 2015

O relatório identifica perspectivas promissoras para um desenvolvimento socioemocional efetivo, e propõe métricas

Este relatório sintetiza três anos de pesquisas analíticas realizadas sob patrocínio do projeto Educação e Progresso Social (ESP, sigla em inglês), vinculado ao Centro para Pesquisa e Inovação Educacional (CERI, sigla em inglês) da OCDE.

Inclui revisões da literatura, análises empíricas de dados longitudinais e uma revisão de políticas e práticas nos países da OCDE e parceiros econômicos. O relatório identifica perspectivas promissoras para um desenvolvimento socioemocional efetivo. Entre elas, a promoção de estreitos relacionamentos entre educadores e crianças, mobilizando exemplos da vida real e experiências práticas nas atividades curriculares existentes, bem como enfatizando uma aprendizagem por meio de atividades extracurriculares.

As melhoras de aprendizado podem não exigir grandes reformas ou recursos. Podemos iniciar esse processo adaptando a forma de apresentação das atuais atividades curriculares e extracurriculares.

Além disso, este relatório mostra que as competências socioemocionais podem ser mensuradas significativamente dentro das fronteiras culturais e linguísticas. Essas medidas podem ser importantes para ajudar os tomadores de decisão a avaliar melhor os atuais conjuntos de competências das crianças e suas futuras necessidades, auxiliando professores e pais a adaptar de forma eficaz a pedagogia e os ambientes familiares e de aprendizagem.

O Plano Nacional de Educação e o Sistema Nacional de Educação: educar para a equidade

O Plano Nacional de Educação e o Sistema Nacional de Educação: educar para a equidade

Organização: Antonio Carlos Caruso Ronca / Luiz Roberto Alves

Edição: Fundação Santillana

Parceria: Conselho Nacional de Educação

Ano: 2015

Livro reúne artigos de especialistas que discutem relação entre PNE e a construção de um Sistema Nacional de Educação

Esta publicação do Conselho Nacional de Educação (CNE) reúne ensaios que discutem diversos aspectos da relação entre o Plano Nacional de Educação (PNE) e a construção efetiva do Sistema Nacional de Educação (SNE) laboriosamente tecida por meio das conferências preparatórias e livres em diferentes níveis dos entes federados.

Destaca, de modo especial, os sete eixos que explicitaram o tema central da 2ª Conferência Nacional de Educação: “O PNE na Articulação do Sistema Nacional de Educação: participação popular, cooperação federativa e regime de colaboração”, realizada entre os dias 16 e 23 de novembro de 2014, em Brasília.

O conjunto dos artigos está distribuído em torno de seis partes que inserem temas correlacionados aos eixos temáticos definidos pela 2ª Conae.

Plano Nacional de Educação – 21 especialistas analisam as metas para 2024

Plano Nacional de Educação – 21 especialistas analisam as metas para 2024

Organização: Canal Futura / Instituto Ayrton Senna

Edição: Fundação Santillana/ Editora Moderna

Ano: 2015

Livro reúne entrevistas com especialistas que analisam meta a meta o Plano Nacional de Educação, aprovado em 2014

O atual Plano Nacional de Educação (PNE) não é o plano perfeito, mas foi o possível. Nem todas as suas metas ou estratégias são consensuais, mas foram frutos de debates intensos e de acordos entre diferentes setores, o que permitiu chegar a um texto capaz de mobilizar o maior número possível de atores expressivos no meio educacional.

Talvez por isso tenha demorado mais tempo a ser aprovado no Congresso Nacional. Ele é hoje, portanto, o mais próximo que temos de uma política de Estado, com capacidade (tomara) de resistir à troca de poder político nos níveis municipal, estadual e federal. Como qualquer plano de metas, o PNE não nasce pronto. Para virar realidade e não repetir o destino do plano da década passada, é preciso que a sociedade acompanhe e cobre, diariamente, sua execução.

É necessário, em outras palavras, que pais, alunos, professores e cidadãos se apropriem dele.

Que esta publicação – organizada pela Fundação Roberto Marinho com o apoio da Fundação Santillana e da editora Moderna e originada a partir de uma série de entrevistas no canal Futura em parceria com o Instituto Ayrton Senna – seja mais um instrumento para empoderar cada um desses atores na árdua tarefa que teremos pela frente.

Educação brasileira: uma agenda inadiável

Educação brasileira: uma agenda inadiável

Autor: Mozart Neves Ramos

Edição: Fundação Santillana/ Editora Moderna

Ano: 2015

Obra reúne artigos publicados pelo autor, que reflete sobre os progressos e desafios da Educação no século 21

A sala de aula, na maioria das escolas brasileiras, continua estruturada como no século 19. Precisamos auxiliar o próprio professor a chegar ao século 21, pois os alunos já estão nele. Não se trata apenas de adotar tecnologias como tablets e smartphones, mas de promover mudanças no design do espaço, na formação do professor e na promoção de uma Educação Integral. Recentes achados científicos dialogam diretamente com a sala de aula.

É nesse contexto que este livro deve ser entendido. Aqui, Mozart Neves Ramos, com sua competência e conhecimento, traça um panorama do duplo desafio do Brasil. Como professor que é, apresenta, em um estilo claro e didático, não só os vários temas da agenda do século 20 que o País ainda precisa cumprir, como a implantação do regime de colaboração, a universalização do Ensino Médio e a solução para a equidade na oferta escolar, mas também a agenda necessária para chegar à Educação do século 21 – e que, na realidade, está presente em todo o livro.

Anuário Brasileiro da Educação Básica 2015

Anuário Brasileiro da Educação Básica 2015

Organização: Editora Moderna / Todos pela Educação

Edição: Editora Moderna

Ano: 2015

Compilação dos dados estatísticos mais recentes disponíveis, indicadores e análises de autoria de importantes atores do cenário educacional brasileiro

Esta quarta edição do Anuário Brasileiro da Educação Básica abre uma fase importante desta série de publicações: é a primeira após a promulgação do Plano Nacional de Educação (PNE), sancionado em junho de 2014 e que define as diretrizes e estratégias para o País alcançar melhores resultados na Educação, no prazo de dez anos. Desde a segunda edição, este Anuário tem o conteúdo organizado com base nas 20 metas do PNE.

Essa decisão foi tomada, ainda em 2013, para facilitar a leitura e o entendimento dos dados reunidos na publicação e, acima de tudo, por se acreditar que o plano, mesmo antes de entrar em vigor, viria a ser uma referência fundamental para a compreensão do cenário educacional brasileiro, assim como dos desafios que se colocam à frente dos gestores públicos e da sociedade em geral. Agora, no momento em que o PNE se consolida como o principal instrumento norteador dos esforços pela melhoria do ensino nas escolas do País, o conteúdo da lei passa a permear de forma ainda mais evidente as páginas do Anuário, não apenas no que diz respeito às metas, mas também às estratégias previstas para alcançá-las durante a próxima década, até 2024.

Para fornecer o quadro mais completo possível, o Anuário conta com os números do Censo Demográfico e da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), apurados e divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e com os dados do Censo Escolar e do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), disponibilizados pelo Ministério da Educação. E vai além, com tabulações próprias e abordagens estatísticas inéditas.

Avaliação do investimento social privado: estratégia organizacional

Avaliação do investimento social privado: estratégia organizacional

Organização: Fundação Itaú Social / Fundação Roberto Marinho / Move

Edição: Fundação Santillana / Editora Moderna

Ano: 2015

Livro reúne artigos de especialistas sobre os desafios organizacionais da avaliação de institutos e fundações

Este livro é fruto do seminário internacional “Avaliação para o Investimento Social Privado”, que busca fomentar e qualificar a cultura avaliativa de fundações e institutos. Em sua terceira edição, realizada em 6 de agosto de 2014 no Rio de Janeiro, o evento tratou da relação entre avaliação e estratégia organizacional. O tema aborda como as avaliações podem fortalecer as organizações e seus projetos, possibilitando maior efetividade para os públicos-alvo.

Pioneira no Brasil, a iniciativa das fundações Itaú Social e Roberto Marinho é desenvolvida em parceria com a Move e com a Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, contando também com o apoio do Grupo de Institutos, Fundações e Empresas (GIFE), da Fundação Santillana e da Comea.

Esta publicação traz artigos de dois dos três especialistas internacionais que participaram do seminário no ano de 2014. Patricia Rogers escreve sobre “Definir e melhorar as estratégias organizacionais utilizando avaliações”. O texto de Tessie Catsambas aborda as estratégias avaliativas que impactam positivamente as organizações.

Além dos artigos das duas especialistas, constam desta edição artigos do GIFE e da Move, além de relatos de prática avaliativa das fundações Itaú Social e Roberto Marinho, bem como do Instituto Abraço do Tigre.

Educação Municipal de Qualidade – Princípios de gestão estratégica para secretários e equipes

Educação Municipal de Qualidade – Princípios de gestão estratégica para secretários e equipes

Organização: José Fernandes de Lima

Edição: Editora Moderna

Parceria: Comunidade Educativa CEDAC / Fundação Vale

Ano: 2014

Livro direcionado aos gestores de redes municipais de Educação, traz subsídios para planejamento e implantação de programas de gestão

A melhoria da Educação brasileira é um compromisso assumido pelas instituições que se uniram na produção deste livro. A parceria entre Fundação Vale, Editora Moderna e Comunidade Educativa CEDAC gerou condições para uma publicação dedicada aos gestores e às gestoras de Educação.

Por meio de experiências realizadas no âmbito da formação continuada dos profissionais da rede municipal de Educação, esta obra pretende apoiar as equipes técnicas das Secretarias de Educação na discussão e construção conjunta da gestão das Redes de Ensino e de sua relação com as questões cotidianas.

Colaborar para que os processos de gestão sejam orientados de forma a contribuir com a aprendizagem dos alunos é a intenção maior. O sentido de toda ação nas Secretarias de Educação e nas escolas deve ser a aprendizagem. Foi acreditando nesse propósito que procuramos, ao longo desta obra, apontar a finalidade educativa dos diferentes processos, mesmo daqueles que, à primeira vista, parecem apenas burocráticos. É com enorme satisfação que apresentamos este livro e o oferecemos para discussão e uso aos gestores das redes municipais de Educação.

8º Prêmio Professores do Brasil – catálogo com experiências reconhecidas pelo MEC

8º Prêmio Professores do Brasil – catálogo com experiências reconhecidas pelo MEC

Organização: Ministério da Educação

Edição: Fundação Santillana

Ano: 2018

Volume reúne relatos de experiências de professores de todas as regiões do Brasil, finalistas do 11º Prêmio Professores do Brasil

O Prêmio Professores do Brasil chega à sua oitava edição com número recorde de inscritos: 6.808, mais que o dobro do ano anterior. Professores de quase 2.00 municípios do Brasil e de todos os estados enviaram ao menos um relato de suas experiências de sucesso no “chão da escola”.

Criado para reconhecer o trabalho e o empenho dos professores das escolas públicas, o Prêmio atende a uma das metas do Plano Nacional de Educação: a valorização dos professores. Necessitamos de ações que tornem os educadores motivados e comprometidos. Com acesso a planos de carreira, salários atrativos, formação inicial e continuada de qualidade, reconhecimento de seu papel social e referência para a nossa sociedade. Só assim será possível alcançar a tão desejada melhoria do ensino público.

É nesse cenário que o Prêmio se insere e tem enorme relevância: por meio dos 39 premiados deste ano, reconhece a atuação de cada professor que dia após dia trabalha, estuda, aprende, ensina e se emociona com cada conquista de seus alunos.

Por uma Política Nacional de Educação Popular de Jovens e Adultos

Por uma Política Nacional de Educação Popular de Jovens e Adultos

Autor: Moacir Gadotti

Organização: Editora Moderna / Fundação Santillana

Ano: 2014

O diretor do Instituto Paulo Freire reflete sobre a falta de uma política efetiva para a EJA no Brasil

Moacir Gadotti recorda a todas e todos nós a necessidade de darmos concretude ao sonho de Paulo Freire por meio de uma política nacional de Educação popular de jovens e adultos.

A pergunta que Gadotti nos faz ao longo de todo o texto é esta: por que, apesar dos reconhecidos avanços no campo econômico e na Educação, ainda convivemos com taxas de analfabetismo tão altas em quase todo o nosso País? E a sua resposta é tão simples quanto evidente: falta vontade política. Falta uma real e consistente vontade política não só no Estado, como também em nossa sociedade.

Os analfabetos não dispõem de um sindicato que os represente. Eles não têm porta-voz. Eles necessitam do empenho, da solidariedade e do compromisso dos que foram alfabetizados e estão hoje situados dentro e fora de instituições de poder do Estado. O Brasil precisa de uma nova política nacional de alfabetização de jovens e de adultos que tenha a Educação popular como referência.

O Ensino Médio e os desafios da experiência – Movimentos da prática

O Ensino Médio e os desafios da experiência - Movimentos da prática

Organização: Jose Clovis de Azevedo / Jonas Tarcísio Reis

Edição: Editora Moderna / Fundação Santillana

Ano: 2014

Livro reúne artigos de especialistas sobre experiências e referências conceituais sobre reformas no Ensino Médio

Em um momento de aprofundamento da reforma do Ensino Médio da Rede Estadual de Ensino do Rio Grande do Sul, este trabalho representa mais um passo para compartilhar reflexões acerca dos rumos da mudança em curso. Ela não é linear; percorre caminhos repletos de tensões e conflitos. É a síntese mediada entre a vontade dos atores e os limites históricos.

Os seres humanos são atores e resultados de seus tempos históricos. Mas as lutas possíveis são sempre fruto das motivações coletivas. Assim como a história feita pelos seres humanos pode ser transformada por seus construtores, a escola feita pelos educadores pode ser transformada pelos educadores. Realiza-se um esforço para uma Educação que dialogue com os sujeitos reais, que responda de forma efetiva à necessidade de ser “para todos”.

Trata-se de compreender que os oprimidos estão na escola, mas esta ainda não os enxergou. Ou os viu e permanece na lógica de meritocratizar o humano sob o pressuposto de uma “justiça” igual para os desiguais. Assim, são oferecidos aqui novos elementos para o debate educacional e avança-se no registro da teoria e da prática para um novo Ensino Médio.

Anuário Brasileiro da Educação Básica 2014

Anuário Brasileiro da Educação Básica 2014

Organização: Editora Moderna / Todos pela Educação

Edição: Editora Moderna

Ano: 2014

Compilação dos dados estatísticos mais recentes disponíveis, indicadores e análises de autoria de importantes atores do cenário educacional brasileiro

Aqui, podem ser encontradas estatísticas e análises importantes para compreender o atual estágio do ensino no País e, principalmente, para monitorar o cumprimento do Plano Nacional de Educação – que, até o fechamento desta edição, ainda aguardava a votação final na Câmara, após uma tramitação de mais de três anos.

É importante ressaltar que o Anuário vai além de uma coletânea dos principais números divulgados pelas fontes primárias, representadas, entre outros, pelo Censo Demográfico e pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), produzidos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e pelas informações do Censo Escolar e do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) tabuladas para publicação, de responsabilidade do Ministério da Educação.

O Anuário tem a finalidade de analisar os diversos dados disponíveis no Brasil para produzir diferentes leituras, séries históricas e outras formas de organizar informações, contribuindo para uma compreensão mais profunda do complexo cenário do sistema educacional brasileiro e dos desafios que ainda persistem.

Por isso, o Anuário Brasileiro da Educação Básica 2014 é um documento com muitas abordagens estatísticas inéditas, que elevam a temperatura dos debates e podem fundamentar as decisões que precisam ser tomadas no atual momento da Educação.

Perspectiva de Competências OCDE 2013 – Primeiros resultados do Estudo de Competências de Adultos

Perspectiva de Competências OCDE 2013 – Primeiros resultados do Estudo de Competências de Adultos

Organização: OCDE

Edição: Fundação Santillana

Ano: 2014

Relatório apresenta dados de estudo que analisa as principais competências necessárias a um adulto para o processamento de informação

Esta edição de estreia da série “Perspectiva de Competências OCDE” é dedicada a apresentar os resultados da primeira etapa do “Estudo de Competências de Adultos”, um produto do Programa Internacional de Avaliação de Competências de Adultos (PIAAC).

O estudo fornece uma rica fonte de dados sobre a proficiência dos adultos em letramento, numeramento e solução de problemas em ambientes altamente tecnológicos – as principais competências necessárias para o processamento de informação, e que são de valor inestimável para as economias do século 21 – e em diversas competências “genéricas”, como cooperação, comunicação e organização de tempo.

Se há uma mensagem central que emerge desse novo estudo, é: o que as pessoas sabem e o que elas fazem com o que sabem exerce um grande impacto sobre suas oportunidades de vida. A remuneração horária média de trabalhadores capazes de fazer deduções complexas e avaliar afirmações ou argumentos verdadeiros sutis em textos escritos é mais de 60% maior do que a de trabalhadores que conseguem, no máximo, ler textos relativamente curtos para localizar uma única informação.

Melhores competências, melhores empregos, melhores condições de vida – Uma abordagem estratégica das políticas de competências

Melhores competências, melhores empregos, melhores condições de vida – Uma abordagem estratégica das políticas de competências

Organização: OCDE

Edição: Fundação Santillana

Ano: 2014

Obra traz subsídios para que países entendam melhor como investir nas competências para transformar vidas e fomentar economias

As competências se transformaram na moeda global do século 21. Sem investimento adequado em competências, as pessoas permanecem às margens da sociedade, o progresso tecnológico não se traduz em crescimento econômico e os países não podem competir em uma sociedade mundial que se baseia cada vez mais no conhecimento. Mas essa “moeda” perde valor à medida que evoluem as exigências dos mercados de trabalho e as pessoas perdem as competências que não utilizam.

As competências não se traduzem automaticamente em empregos e crescimento. A crise econômica mundial, com elevados níveis de desemprego, especialmente entre os jovens, torna urgente fomentar melhores competências. Ao mesmo tempo se deve levar em consideração a desigualdade da renda, causada em grande medida pela desigualdade entre os salários que remuneram a mão de obra de alta capacitação e os pagos às pessoas com baixa capacitação. A solução mais promissora para esses problemas é investir eficazmente nas competências no decorrer do ciclo de vida: desde a primeira infância, durante a Educação obrigatória, e ao longo da vida profissional.

A Estratégia de Competências da OCDE proporciona um marco estratégico integrado no âmbito governamental para ajudar os países a entender melhor como investir nas competências para transformar vidas e fomentar economias.

Relatório Nacional PISA 2012 – Resultados brasileiros

Relatório Nacional PISA 2012 – Resultados brasileiros

Organização: OCDE / Inep

Edição: Fundação Santillana

Ano: 2013

Volume compila análises estatísticas e conceituais do PISA 2012, com foco em Matemática

O Relatório Nacional Pisa 2012 – Resultados brasileiros traz dados que confirmam tendências já identificadas em outras avaliações nacionais e internacionais: o Brasil é um dos países que vêm apresentando os maiores progressos na Educação básica.

A edição 2012 do PISA destaca que o Brasil é o país que teve o maior avanço absoluto na proficiência em Matemática quando feita a comparação entre os dois últimos exames nessa área do conhecimento (2003 e 2012). A essa boa notícia soma-se o fato de o Brasil ter sido o país com a terceira maior evolução no desempenho global do exame até 2009.

Vale ressaltar que esse progresso foi observado inclusive no Ensino Médio – nível educacional em que se registram historicamente os índices mais elevados de evasão e para o qual a meta do IDEB foi alcançada, mas não superada.

Além disso, é importante destacar que o desempenho brasileiro no PISA melhorou ao mesmo tempo em que o País promoveu uma inclusão massiva, como indicam os dados de fluxo escolar: o número de jovens de 15 a 20 anos no sistema educacional quase triplicou entre 1991 e 2010. Existe um consenso de que o desenvolvimento de um país passa necessariamente pelas conquistas na área da Educação.

Avaliação para o investimento social privado: metodologias

Avaliação para o investimento social privado: metodologias

Organização: Fundação Itaú Social / Fundação Roberto Marinho / Fundação Maria Cecília Souto Vidigal / Move

Edição: Fundação Santillana / Editora Moderna

Ano: 2013

Publicação reúne artigos e casos que retratam a diversidade de metodologias, suas potencialidades e limites, com o intuito de subsidiar escolhas

Este livro reúne um conjunto de contribuições oriundas do Seminário Internacional Avaliação para o Investimento Social Privado: Metodologias, realizado em julho de 2013 no Rio de Janeiro. A parceria entre essas instituições vem gerando subsídios que enriquecem o debate e as práticas de avaliação de projetos e programas sociais, agenda que ganha cada vez mais importância no País.

Partimos do princípio de que as escolhas metodológicas são essenciais para que os processos avaliativos produzam informações relevantes e úteis a respeito dos resultados e impactos do investimento social privado. Ressaltamos, contudo, que a escolha de uma ou de outra abordagem metodológica depende dos objetivos e das questões que se pretende responder com a avaliação, e este é um enfoque que procuramos abordar nesta publicação.

Reestruturação do Ensino Médio – pressupostos teóricos e desafios da prática

Reestruturação do Ensino Médio - pressupostos teóricos e desafios da prática

Organização: Jose Clovis de Azevedo / Jonas Tarcísio Reis

Edição: Fundação Santillana / Editora Moderna

Ano: 2013

Livro reúne artigos de especialistas sobre as experiências da reestruturação do Ensino Médio, fornecendo subsídios para avaliar os percursos

Todas as redes de ensino estão desafiadas a rever seus parâmetros acerca do Ensino Médio. A saturação dos modelos propedêutico e profissionalizante estritos pressiona a que se assuma um compromisso social com a instituição de uma cultura escolar para a formação integral do ser humano.

Escola, pais, alunos e sociedade tomam caminhos para sair da inanição epistemológica de um Ensino Médio fracassado, que se mostrou incapaz de universalizar o acesso ao conhecimento. Reverter os altos índices de reprovação, abandono e distorção idade/série e garantir a aprendizagem é tarefa árdua, mas que poderá ser realizada com esforços coletivos, como os que estão ocorrendo no Ensino Médio Politécnico do Rio Grande do Sul.

Os autores deste livro são atores no processo de implementação de projetos educacionais até então restritos ao plano teórico. Mostram a escola como espaço da diversidade, em que o trabalho se organiza por meio de um desenho curricular flexível e de uma pedagogia relacional instrumentalizada pela avaliação emancipatória e pela gestão democrática, revelando que não existe possibilidade de mudança, se a caminhada não for coletiva.

Anuário Brasileiro da Educação Básica 2013

Anuário Brasileiro da Educação Básica 2013

Organização: Editora Moderna / Todos pela Educação

Edição: Editora Moderna

Ano: 2013

Compilação dos dados estatísticos mais recentes disponíveis, indicadores e análises de autoria de importantes atores do cenário educacional brasileiro

Lançar a segunda edição de uma publicação da envergadura do Anuário Brasileiro da Educação Básica traz o desafio de unir a disciplina para manter o que foi conquistado na primeira edição e a disposição para levar adiante aperfeiçoamentos e correções de rumo. Esperamos ter conseguido alcançar esses objetivos com sucesso.

Este Anuário foi desenvolvido para ser uma ferramenta útil para todos os que querem compreender a situação da Educação brasileira e, assim, contribuir para os debates sobre a melhoria da qualidade do ensino. Nesse sentido, esta segunda edição traz como principal novidade a organização do conteúdo com base nas metas do Plano Nacional de Educação (PNE).

Acreditamos que, além de facilitar a leitura, as metas do PNE jogam uma luz importante sobre os números da Educação e são uma referência fundamental para o pleno entendimento do momento em que vivemos no País, assim como do cenário que precisamos construir.

Fruto da parceria da Editora Moderna, reconhecida por seus mais de 40 anos de compromisso com o trabalho das escolas e dos professores, com o movimento Todos Pela Educação, que congrega sociedade civil organizada, educadores e gestores públicos em torno do direito de todas as crianças e jovens à Educação Básica de qualidade, esta publicação busca oferecer um panorama amplo, com os dados oficiais mais recentes. Para isso também buscamos incluir com maior frequência séries históricas e mais dados dos Estados e do Distrito Federal.

O que revela o espaço escolar? – Um livro para diretores de escola

O que revela o espaço escolar? – Um livro para diretores de escola

Organização: Comunidade Educativa CEDAC

Edição: Editora Moderna / Fundação Santillana

Ano: 2013

Obra traz reflexões, apontamentos e planos de ação para diretores lidarem com o espaço físico das escolas para impulsionar a Educação

Este livro é o resultado de um trabalho de mais de dez anos em gestão escolar, uma das frentes de atuação da Comunidade Educativa CEDAC. A primeira edição do “Livro do diretor: espaços e pessoas” foi publicada em 2002 e continua sendo muito útil a diretores de escola que desejam transformar e aprimorar suas práticas. Desde então, utilizamos intensamente essa publicação na formação de gestores escolares, o que nos permitiu aprender ainda mais sobre o assunto e aprofundar nossas reflexões.

A Editora Moderna, reconhecendo o potencial e o alcance da obra, uniu-se à Comunidade Educativa CEDAC no desafio de publicar uma nova edição para distribuição gratuita, com o apoio da Fundação Santillana. O material foi revisitado e o texto e as ilustrações, revigorados. Assim, o livro ganhou novas abordagens e agora inclui novos espaços. Todos os ambientes da escola — fachada e recepção, pátio e quadra, corredor, sala de aula, banheiro, refeitório, biblioteca, sala de informática e sala de Arte — são abordados nesta nova edição. Sabemos que outros temas importantes são a questão do lixo, da sustentabilidade e do jardim e horta.

Qual a escola que queremos? – Prêmio Gestão Escolar 2012

Qual a escola que queremos? – Prêmio Gestão Escolar 2012

Iniciativa: Conselho Nacional de Secretários de Educação

Coordenação técnica: Cenpec

Edição: Fundação Santillana

Ano: 2012

Volume compila iniciativas contempladas pelo Prêmio, que destaca a atuação de gestores de escolas de todo o País e as boas práticas implementadas

Esta publicação representa a culminância de um projeto que envolveu milhares de educadores para refletir sobre suas práticas escolares e, em um esforço comunitário, solidário e democrático, propor planos de trabalho que possibilitem a melhoria contínua da aprendizagem dos estudantes.

O Prêmio Gestão Escolar (PGE), iniciativa do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), convida e estimula todas as escolas públicas do Brasil a entrarem em um processo de autoavaliação da sua gestão. Destaca a importância da participação de toda a comunidade escolar com o objetivo de que encontrem, coletivamente e sob a liderança do diretor, novos caminhos para o aperfeiçoamento do trabalho educativo.

A premiação dá visibilidade a algumas escolas que se destacaram, colocando-as como referência para que, diante de exemplos bem-sucedidos, outras se sintam estimuladas a avançar em seus projetos e, ano a ano, observar resultados positivos na aprendizagem dos alunos e na satisfação de todos os envolvidos.

Ao final do processo, os diretores produziram relatos em que contaram como era o seu cotidiano de gestor; descreveram as relações entre equipe gestora, professores, alunos, funcionários, famílias e parceiros; apontaram os aspectos da gestão que favoreceram a premiação; e reuniram orientações que consideraram úteis para seus colegas. Esses relatos resultaram nesta publicação, que ressalta os aspectos que os gestores das escolas consideram os mais importantes entre as diversas ações que desenvolvem no cotidiano escolar.

Agenda dos Cem Primeiros Dias

Agenda dos Cem Primeiros Dias

Organização: União dos Dirigentes Municipais de Educação

Edição: Fundação Santillana

Ano: 2012

Material traz orientações para Dirigentes quanto à legislação, políticas, diretrizes, programas e projetos implantados pela gestão anterior

Publicação é parte de uma série que busca contribuir com o trabalho do Dirigente Municipal de Educação (DME) para reduzir as desigualdades e exclusões sociais por meio da Educação e diminuir a dívida social existente.

Em 2012, verifica-se que mais de 70% das prefeituras municipais, após o pleito de outubro, terão novos prefeitos. Isso indica também uma tendência de renovação político-administrativa em relação aos DME.

A responsabilidade de ser DME, na atual conjuntura, é redobrada porque existem novos desafios a serem vencidos no campo da Educação, tais como: ampliar o acesso das crianças menores de 3 anos e garantir a matrícula de todas as crianças de 4 a 5 anos na Educação Infantil; alfabetizar na idade certa, conforme parâmetros nacionais; realizar as conferências municipais de Educação (preparatórias à Conferência Nacional de Educação – Conae 2014); e construir o Plano Municipal de Educação; entre outros.

Assim, é mais do que oportuno atualizar essas publicações distribuídas em 2009, tendo como foco o papel do Dirigente e sua importância no contexto nacional da Educação e na garantia do direito de aprender de todos e de cada um dos estudantes dos sistemas ou das redes públicas de ensino.

Orientações ao Dirigente Municipal de Educação – Fundamentos, Políticas e Práticas

Orientações ao Dirigente Municipal de Educação – Fundamentos, Políticas e Práticas

Organização: União dos Dirigentes Municipais de Educação

Edição: Fundação Santillana

Ano: 2012

Material fornece orientações teóricas e práticas para Dirigentes Municipais de Ensino recém empossados

A União dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), em parceria com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e o Ministério da Educação (MEC), lançou em 2009 um conjunto de materiais destinados aos Dirigentes Municipais de Educação (DME): a Agenda dos Cem Primeiros Dias e o caderno de Orientações ao Dirigente Municipal de Educação – Fundamentos, Políticas e Práticas.

Em 2012, verifica-se que mais de 70% das Prefeituras Municipais, no pleito de outubro, trocaram os prefeitos. Isso indica também uma tendência de renovação político-administrativa em relação aos DME. A responsabilidade de ser DME, na atual conjuntura, é redobrada porque existem novos desafios a serem vencidos no campo da Educação, tais como: ampliar o acesso das crianças menores de 3 anos e garantir a matrícula de todas as crianças de 4 a 5 anos na Educação Infantil; alfabetizar na idade certa, conforme parâmetros nacionais; realizar as conferências municipais de Educação (preparatórias à Conae 2014); construir o Plano Municipal de Educação; entre outros.

Assim, é mais do que oportuno atualizar essas publicações que têm como norte o papel do Dirigente e sua importância no contexto nacional da Educação e da garantia do direito de aprender de todos e de cada um dos estudantes dos sistemas ou das redes públicas de ensino.

Temos o objetivo de fazer chegar aos DME de todo o Brasil os documentos que continuam exercendo papel relevante quanto às orientações, necessárias e imprescindíveis, que cada DME precisa ter para realizar uma boa gestão no cargo que ocupará na área de Educação a partir de janeiro de 2013.

Regime de Colaboração e associativismo territorial – Arranjos de Desenvolvimento da Educação

Regime de Colaboração e associativismo territorial - Arranjos de Desenvolvimento da Educação

Organização: Fernando Luiz Abrucio e Mozart Neves Ramos

Edição: Fundação Santillana / Editora Moderna

Ano: 2012

Livro reúne experiências bem-sucedidas de cooperação entre União, estados e municípios para a superação das desigualdades regionais

Superar as desigualdades regionais e garantir uma Educação de qualidade às crianças e jovens do País passa pela implementação de um Sistema Nacional de Educação. Para isso, União, estados, Distrito Federal e municípios devem agir de forma transversal, cooperativa e não competitiva.

Uma das maneiras de colocar em prática esse tão desejável e necessário Regime de Colaboração são os Arranjos de Desenvolvimento da Educação (ADEs). Embora tenham forte vocação intermunicipal, os ADEs envolvem todos os entes federados e, eventualmente, instituições privadas e não governamentais.

Este livro reúne experiências bem-sucedidas dessa natureza e mostra que o fortalecimento e a disseminação do Regime de Colaboração e dos ADEs são caminhos viáveis e eficazes para aumentar a equidade entre os cidadãos, e, por consequência, o desenvolvimento do Brasil.

A relevância da avaliação para o investimento social privado

A relevância da avaliação para o investimento social privado

Organização: Fundação Itaú Social / Fundação Roberto Marinho / Move

Edição: Fundação Santillana

Ano: 2012

Obra reúne artigos de especialistas que refletem sobre o papel de fundações e institutos na gestão de recursos de interesse social

Este livro sintetiza o conjunto de reflexões produzidas no Seminário Internacional “A Relevância da Avaliação para o Investimento Social Privado”, realizado em 4 de julho de 2012, em São Paulo, pela Fundação Itaú Social e pela Fundação Roberto Marinho, em parceria com a Move Avaliação e Estratégia em Desenvolvimento Social e a Fundação Santillana.

Cada vez mais se reconhece que para realizar uma boa gestão de recursos privados de interesse público é preciso fazer avaliações relevantes, que gerem informações sobre a qualidade, a eficácia e a efetividade dos projetos e programas realizados. No entanto, ainda são recentes no Brasil a reflexão e o debate sobre avaliações no âmbito do Investimento Social Privado.

As fundações e institutos vêm estudando o impacto de suas iniciativas, mas são muitas as inquietações emergentes ao longo do processo de definição de modelos de avaliação, formulação de perguntas, escolha de metodologias, elaboração de relatórios, apresentação de resultados e, posteriormente, utilização das informações em benefício dos projetos.

Anuário Brasileiro da Educação Básica 2012

Anuário Brasileiro da Educação Básica 2012

Organização: Editora Moderna / Todos pela Educação

Edição: Editora Moderna

Ano: 2012

Compilação dos dados estatísticos mais recentes disponíveis, indicadores e análises de autoria de importantes atores do cenário educacional brasileiro

É com um misto de expectativa e satisfação que lançamos este primeiro Anuário Brasileiro da Educação Básica. O Anuário apresenta um cenário em que Educação de qualidade ainda está muito longe de ser, efetivamente, um direito garantido a todos. Daí vem a expectativa.

Diante dos enormes desafios que temos, este Anuário foi pensado e produzido para ser uma ferramenta útil para todos os que querem entender melhor a situação da Educação brasileira e, assim, contribuir para os debates sobre a melhoria da qualidade do ensino. A satisfação vem do resultado obtido, um panorama amplo, com os dados oficiais mais recentes disponíveis, organizados de forma clara.

Esta publicação é fruto da parceria da Editora Moderna, reconhecida por seus mais de 40 anos de compromisso com o trabalho das escolas e dos professores, com o movimento Todos Pela Educação, que congrega sociedade civil organizada, educadores e gestores públicos em torno do direito de todas as crianças e jovens à Educação Básica de qualidade. Entre as muitas características que unem a Moderna e o Todos Pela Educação, uma em especial influenciou esta publicação: o foco no aluno.

Perspectivas da Educação Profissional Técnica de Nível Médio – Proposta de Diretrizes Curriculares Nacionais

Perspectivas da Educação Profissional Técnica de Nível Médio - Proposta de Diretrizes Curriculares Nacionais

Organização: Eliezer Pacheco

Edição: Fundação Santillana / Editora Moderna

Ano: 2012

Livro aborda aspectos da atualização das diretrizes da Educação Profissional Técnica de Nível Médio

Este texto é resultado do debate sobre a atualização das diretrizes da Educação Profissional Técnica de Nível médio. As discussões ocorreram ao longo de 2010: tiveram início com duas audiências públicas e foram aprofundadas no Seminário da Educação Profissional e Tecnológica.

A Carta do Seminário estabeleceu a criação de um grupo de trabalho, que recebeu contribuições de diversos órgãos, instituições de ensino e pesquisadores. Aqui estão reunidas algumas das reflexões suscitadas nesses encontros.

A primeira seção do livro relata as principais críticas às propostas debatidas nas audiências públicas. Em seguida são abordados os avanços conceituais das políticas de Educação Profissional, as ações necessárias ao desenvolvimento das políticas públicas nessa área e, por fim, as possibilidades de organização e desenvolvimento curricular.

Essas discussões são de fundamental importância para jovens e adultos trabalhadores que buscam no Ensino Médio e na Educação Profissional uma formação que viabilize sua inserção no mercado de trabalho e que os leve a compreender os processos econômicos e sociais em curso no mundo atual.

Institutos Federais – Uma Revolução na Educação Profissional e Tecnológica

Institutos Federais – Uma Revolução na Educação Profissional e Tecnológica

Organização: Eliezer Pacheco

Edição: Fundação Santillana / Editora Moderna

Ano: 2011

Livro discute as atribuições, desafios e conquistas da implantação dos Institutos Federais, e retoma sua história

O governo federal tem implementado, na área educacional, políticas que abrem oportunidades para milhões de jovens e adultos da classe trabalhadora. Como agentes políticos comprometidos com um projeto democrático e popular, precisamos ampliar a abrangência de nossas ações educativas.

A Educação deve estar vinculada às estratégias de um projeto que busque não apenas a inclusão nessa sociedade desigual, mas também a construção de uma nova sociedade fundada na igualdade política, econômica e social.

Nosso objetivo central não é formar um profissional para o mercado, mas um cidadão para o mundo do trabalho. Os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia são caracterizados pela ousadia e inovação necessárias a uma política e um conceito que pretendem antecipar aqui e agora as bases da escola do futuro, comprometida com uma sociedade radicalmente democrática e socialmente justa.

A Revolução Republicana na Educação – Ensino de qualidade para todos

A Revolução Republicana na Educação – Ensino de qualidade para todos

Autor: Cristovam Buarque

Edição: Editora Moderna / Fundação Santillana

Ano: 2011

Obra reflete sobre o papel da Educação de qualidade na formação da cidadania e da justiça social

O Brasil foi, por quatro séculos, uma colônia monarquista na política, escravocrata na economia e na sociedade. Em 1889, por um golpe de Estado, proclamamos a República Política, mas não fizemos a revolução republicana no social: continuamos uma sociedade dividida. Percorremos um grande caminho na miscigenação racial, mas não fizemos a miscigenação social que unifica as classes formando um povo.

Só uma revolução republicana será capaz de construir o povo brasileiro, sem a divisão entre elite e povão, um só povo, com diversidade de classes. Se a miscigenação racial se fez nas alcovas e a República Política nos quartéis e em uma esquina do Rio de Janeiro, a construção de um povo e a miscigenação social se fazem nas escolas.

Daí o título deste livro: A Revolução Republicana na Educação: Ensino de qualidade para todos. Adiada há 120 anos, ela só será realizada quando o Brasil oferecer a mesma chance educacional a cada criança, em escolas com a mesma qualidade para todos.

A Urgência da Educação

A Urgência da Educação

Autores: Isaac Roitman / Mozart Neves Ramos

Edição: Editora Moderna / Fundação Santillana

Ano: 2011

Livro reúne artigos dos autores com diagnósticos, prognósticos e reflexões sobre a Educação no Brasil

Apesar dos bons resultados que mostram a ampliação do acesso de nossas crianças e jovens à escola, a qualidade da Educação brasileira ainda é muito insuficiente.

Além disso, a ameaça de um “apagão” intelectual de capital humano pode comprometer o desenvolvimento econômico e social do Brasil nas próximas décadas. No Brasil, a utopia educacional foi sonhada por intelectuais e educadores. Documentos magistrais foram produzidos, destacando-se o Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova, nas décadas de 1930 e 1950. Anísio Teixeira, personagem central desse movimento, sonhou com uma escola que eduque, forme hábitos e atitudes, cultive inspirações e prepare a criança para sua civilização.

Essas aspirações precisam ser materializadas rapidamente, como sugere o título deste livro: “A Urgência da Educação”, com prefácio do professor e senador Cristovam Buarque e artigos de Isaac Roitman e Mozart Neves Ramos, que provocam a sociedade a refletir e se mobilizar para a conquista de uma Educação de qualidade para todos os brasileiros.

Políticas Sociais – Ideias e Prática

Políticas Sociais – Ideias e Prática

Organização: Centro Ruth Cardoso

Edição: Editora Moderna / Fundação Santillana

Ano: 2011

Livro reúne artigos de especialistas que refletem sobre democracia e suas relações com a Educação e a cidadania

Dividido em quatro grandes blocos - Democracia e novas formas de participação social, Educação e Cidadania, empreendedorismo social e desenvolvimento sustentável, redes sociais e sociedade em rede – o material reúne discussões realizadas em seminário internacional promovidos pelo Centro Ruth Cardoso.

A qualidade das democracias de massa depende de dois processos que são, de fato, os dois motores da democracia: concorrência política; e participação social e política. O foco dos nossos trabalhos é o segundo motor – hoje, como no passado.

Nosso ponto de partida – o de Ruth Cardoso – era fruto de uma constatação: entre as mudanças transformadoras que ocorreram nos anos de 80 e 90 em várias frentes, o tratamento da desigualdade e da pobreza despontava como uma revolução silenciosa. Seus contornos, ainda vagos para a maioria dos observadores, haviam sido identificados com precisão pela antropóloga, com base em anos de pesquisa, ancorada em uma sólida formação teórica.

Mas foram seu sentido de missão e seu compromisso com a construção de uma sociedade mais justa que entraram em cena quando o destino lhe pregou a peça de trazê-la para o coração da vida política brasileira, como companheira do presidente Fernando Henrique. Nunca “primeira-dama” – mas primeira em valer-se dessa condição para converter ideias e prática seus saberes em uma modalidade inovadora de política pública republicana.

Da CONAE ao PNE 2011-2020 – Contribuições do Conselho Nacional de Educação

Da CONAE ao PNE 2011-2020 – Contribuições do Conselho Nacional de Educação

Organização: Antonio Carlos Caruso Ronca / Mozart Neves Ramos

Edição: Editora Moderna / Fundação Santillana

Ano: 2010

Livro reúne artigos de conselheiros do CNE sobre temas centrais das políticas públicas educacionais no Brasil

Este livro apresenta textos escritos por membros do Conselho Nacional de Educação (CNE). Aborda temas fundamentais que foram debatidos na Conferência Nacional de Educação (Conae), precedida por conferências estaduais e municipais, visando contribuir para a elaboração do novo Plano Nacional de Educação (PNE) 2011-2020.

São dez artigos que versam sobre os seguintes eixos temáticos: Papel do Estado na garantia do direito à Educação de qualidade; Democratização do acesso, permanência e sucesso escolar; Formação e valorização de profissionais da Educação; Financiamento da Educação e controle social; Justiça social, Educação e trabalho: inclusão, diversidade e igualdade.

Políticas Educacionais – Sugestões para melhorar a educação básica: estudo comparativo entre a Espanha e o Brasil

Políticas Educacionais – Sugestões para melhorar a educação básica: estudo comparativo entre a Espanha e o Brasil

Autor: Antonio Ibáñez Ruiz

Edição: Editora Moderna

Ano: 2009

Edição bilingue, em português e espanhol, apresenta panorama comparativo dos sistemas educacionais de Brasil e Espanha

Este livro oferece um panorama do sistema educacional que passou a vigorar após a ditadura militar na Espanha, com detalhes das duas primeiras leis da reforma educacional aprovadas durante o primeiro governo do Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE). Elas estabeleciam a Educação continuada dos professores da Educação Básica e a gestão democrática das escolas.

Também são apresentadas as políticas educacionais brasileiras relativas a esses dois tópicos, como o aperfeiçoamento dos professores e a gestão democrática introduzidos no Distrito Federal entre 1995 e 1998.

A Educação brasileira foi marcada, na segunda metade da década de 1990, pela implementação de mudanças decorrentes da Lei de Diretrizes e Bases da Educação, muitas influenciadas pelas reformas espanholas de 1980 e 1990.

O livro traz, também, algumas conclusões sobre a política de Educação Básica implementada no Brasil na década de 1990 e apresenta sugestões que podem contribuir para melhorar a qualidade da Educação no País, em especial no Ensino Médio.

Escolas de Valor – um retrato de seis experiências bem-sucedidas na educação pública brasileira

Escolas de Valor – um retrato de seis experiências bem-sucedidas na educação pública brasileira

Organização: Fundação Santillana

Edição: Fundação Santillana / Editora Moderna

Ano: 2007

Livro traz relatos de viagem de equipe que percorreu o Brasil para conhecer escolas que, apesar das dificuldades, viraram referência de sucesso

A obra relata casos de escolas públicas que transformaram os alunos, os professores e a comunidade, vencendo obstáculos que, no mais das vezes, parecem intransponíveis: evasão escolar, instalações precárias, violência, criminalidade.

Todas são referências em demonstrar que a escola de valor se faz com solidariedade, autoestima, resistência, harmonia, perseverança e identidade. Juntas, compõem um novo retrato do Brasil, o Brasil que sempre projetamos para o futuro. E deixam uma lição singela: o futuro está no presente. Resta-nos aprender com elas e seguir o seu exemplo.